Por: Erika
Nesse conto Machado de Assis, relata a história de um alvoroço preparativo de casamento da filha mais velha de José Lemos Carlota com o jovem Luiz Duarte, com quem nutria um longo namoro.
O autor descreve em detalhes o que se sussedera no dia do casamento desde os preparativos até o final da festa, apresentando cada um de seus convidados e suas famílias e comportamento. Fala do atraso do noivo na igreja e da espera de um ilustre convidado o Tenente Porfirio um homem muito conhecido e admirado pelas pessoas de sua cidades.
Ao final Machado conclui como foi a festa de encerramento do casamento, seu brindes memoráveis.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Contos da meia noite - A parasita azul
Por: Erika
Machado de Assis relata a história de um jovem goiano que a mando de seu pai, um proprietário de terras em Goiás, vai estudar na França durante 8 anos.
Já formado em medicina, Camilo Seabra conhecido na cidade parisiense como o aventureiro galanteador tem um caso rápido com uma viúva de um tal príncipe Alexis.
O pai de Camilo, um homem muito influente na cidade de Santa Luzia manda-lhe uma carta pedindo para que seu filho volte a terra natal. Com muita tristeza o jovem deixa uma carta de despedida para viúva e parte para o Brasil conforme o pedido de seu pai.
No caminho ele encontra um conhecido da mesma cidade Sr. Leandro Soares e durante o percurso o Soares conta sua história de um homem apaixonado, mas não correspondido. Sua amada chama-se Isabel filha de um coronel da cidade.
Camilo chega a cidade e é recebido com muito orgulho por seu pai, familiares e amigos, conta-lhes suas experiências vividas em outro país e depois de alguns dias fica entediado com a monotonia da cidadezinha pacata de Sntª Luzia. Se pai deseja que o jovem entre na política, mas Camilo não se interessa pelo assunto.
O médico depois de alguns dias lembra-se da história contada pelo seu companheiro de viagem e acaba por ficar curioso em saber quem era a tal moça que menosprezava o rapaz. As únicas vezes que Camilo acordava cedo era para ir a missa de domingo e em uma dessas vezes acabou por cruzar com a Jovem Isabel no qual imediatamente ficou enfeitiçado por ver tanta beleza em uma pessoa só.
Em uma festa típica da cidade o jovem conhece um senhor que conta a história e o porquê da moça nunca ter se apaixonado por nenhum rapaz. Há uns anos atrás quando Isabel ainda era uma menina, ela se apaixonou por um menino que subira em uma árvore para pegar uma flor azul (parasita) e acabou se machucando. O menino de a ela a flor e costumava chamar-la de sua mulher ,prometeu esperar até o dia que eles fossem mais velhos e pudessem se casar. O rapaz sumiu e nunca mais Isabel o encontrou de novo.
Na hora Camilo soube que Isabel fora sempre apaixonado por ele, aquele menino que foi obrigado a ir para outro país era o próprio.
Camilo correu para se declarar para Isabel, porém a garota por esperar tanto desistiu do rapaz. O rapaz então teve uma louca idéia, sumiu durante alguns dias deixando seus pais e parente preocupados a notícia chegou aos ouvido da linda moça que assustada começou a chorar pensando em ter perdido seu amado de novo.
O Srº que contou a história de Isabel encontrou o jovem preste a cometer um suicídio querendo se jogar de um precipício. Isabel que sempre foi apaixonado por Camilo decide se casar pois não agüentaria perder o amado novamente.
Camilo foi ao encontro de Soares e pediu para que o amigo não guardasse mágoas pelo casal disse também que ele merecia alguém especial que o amasse de verdade. Pediu ao seu pai que ajudasse o amigo a se eleger como político pois sabia que Soares tinha um grande potencial.
Soares decidiu perdoar Camilo e só teve um desejo que fizesse Isabel feliz.
Depois de um ano de casado Camilo olha um jornal com noticias do exterior e vê em destaque a foto de Leontina Gaveau, seu caso de Paris. Não contente por iludir moços estudantes começou a roubar jóias de sua visinha.
Machado de Assis relata a história de um jovem goiano que a mando de seu pai, um proprietário de terras em Goiás, vai estudar na França durante 8 anos.
Já formado em medicina, Camilo Seabra conhecido na cidade parisiense como o aventureiro galanteador tem um caso rápido com uma viúva de um tal príncipe Alexis.
O pai de Camilo, um homem muito influente na cidade de Santa Luzia manda-lhe uma carta pedindo para que seu filho volte a terra natal. Com muita tristeza o jovem deixa uma carta de despedida para viúva e parte para o Brasil conforme o pedido de seu pai.
No caminho ele encontra um conhecido da mesma cidade Sr. Leandro Soares e durante o percurso o Soares conta sua história de um homem apaixonado, mas não correspondido. Sua amada chama-se Isabel filha de um coronel da cidade.
Camilo chega a cidade e é recebido com muito orgulho por seu pai, familiares e amigos, conta-lhes suas experiências vividas em outro país e depois de alguns dias fica entediado com a monotonia da cidadezinha pacata de Sntª Luzia. Se pai deseja que o jovem entre na política, mas Camilo não se interessa pelo assunto.
O médico depois de alguns dias lembra-se da história contada pelo seu companheiro de viagem e acaba por ficar curioso em saber quem era a tal moça que menosprezava o rapaz. As únicas vezes que Camilo acordava cedo era para ir a missa de domingo e em uma dessas vezes acabou por cruzar com a Jovem Isabel no qual imediatamente ficou enfeitiçado por ver tanta beleza em uma pessoa só.
Em uma festa típica da cidade o jovem conhece um senhor que conta a história e o porquê da moça nunca ter se apaixonado por nenhum rapaz. Há uns anos atrás quando Isabel ainda era uma menina, ela se apaixonou por um menino que subira em uma árvore para pegar uma flor azul (parasita) e acabou se machucando. O menino de a ela a flor e costumava chamar-la de sua mulher ,prometeu esperar até o dia que eles fossem mais velhos e pudessem se casar. O rapaz sumiu e nunca mais Isabel o encontrou de novo.
Na hora Camilo soube que Isabel fora sempre apaixonado por ele, aquele menino que foi obrigado a ir para outro país era o próprio.
Camilo correu para se declarar para Isabel, porém a garota por esperar tanto desistiu do rapaz. O rapaz então teve uma louca idéia, sumiu durante alguns dias deixando seus pais e parente preocupados a notícia chegou aos ouvido da linda moça que assustada começou a chorar pensando em ter perdido seu amado de novo.
O Srº que contou a história de Isabel encontrou o jovem preste a cometer um suicídio querendo se jogar de um precipício. Isabel que sempre foi apaixonado por Camilo decide se casar pois não agüentaria perder o amado novamente.
Camilo foi ao encontro de Soares e pediu para que o amigo não guardasse mágoas pelo casal disse também que ele merecia alguém especial que o amasse de verdade. Pediu ao seu pai que ajudasse o amigo a se eleger como político pois sabia que Soares tinha um grande potencial.
Soares decidiu perdoar Camilo e só teve um desejo que fizesse Isabel feliz.
Depois de um ano de casado Camilo olha um jornal com noticias do exterior e vê em destaque a foto de Leontina Gaveau, seu caso de Paris. Não contente por iludir moços estudantes começou a roubar jóias de sua visinha.
As Academias de Sião
Por: Luana
No conto fantástico, As Academias de Sião, Machado se utiliza de situações alegóricas para explicar as mesmas, e esse recurso sempre muito utilizado pelo autor para explicar suas intenções que, nesse conto é satirizar as academias literárias e científicas, tão em voga em fins do século XIX, mas o conto torna-se mais efetivo na situação prática vivida pelos protagonistas da obra.
Os personagens principais resolvem “trocar” de sexo: um rei passa a ser mulher e uma rainha assume o papel masculino dentro do conto.
Nesse conto Machado de Assis tem o objetivo de entender a problemática do comportamento humano, como essa troca de identidade entre a princesa Kinara e o rei Kalapanko, onde o autor mostra a cruel ambição do indivíduo pelo poder. Por um lado, o texto mostra a morte como inevitável e, a falsidade caracteriza a verdadeira quebra da lucidez, das coisas esclarecidas. Nesse plano surgem idéias de sentimentos sob os quais o mundo é regido.
Kinara, em corpo de rei, transcende as emoções humanas e descobre que mesmo aqueles a quem se eleva com valores de notoriedade, sugerem controvérsias quando o assunto é virtude. Machado, com muita sutileza, ao “unir” corpo e alma, derruba valores sociais para exaltar o pensamento humano: a hipocrisia, a mentira, a injúria, a falsidade e a traição.
U – Tong, também personagem do conto denuncia a todos como pulhas do reino (mentirosos), ele também o é, pois está tão inserido no contexto social quanto os outros. O texto mostra como entender das transformações que ocorrem no coração daqueles que, quando têm a oportunidade de exercerem o poder, se tornam mandatários.
Machado de Assis mistura ficção e realidade num jogo sedutor de idéias ao trazer as figuras do rei e da rainha nessa legitima história de contradições humanas.
No conto fantástico, As Academias de Sião, Machado se utiliza de situações alegóricas para explicar as mesmas, e esse recurso sempre muito utilizado pelo autor para explicar suas intenções que, nesse conto é satirizar as academias literárias e científicas, tão em voga em fins do século XIX, mas o conto torna-se mais efetivo na situação prática vivida pelos protagonistas da obra.
Os personagens principais resolvem “trocar” de sexo: um rei passa a ser mulher e uma rainha assume o papel masculino dentro do conto.
Nesse conto Machado de Assis tem o objetivo de entender a problemática do comportamento humano, como essa troca de identidade entre a princesa Kinara e o rei Kalapanko, onde o autor mostra a cruel ambição do indivíduo pelo poder. Por um lado, o texto mostra a morte como inevitável e, a falsidade caracteriza a verdadeira quebra da lucidez, das coisas esclarecidas. Nesse plano surgem idéias de sentimentos sob os quais o mundo é regido.
Kinara, em corpo de rei, transcende as emoções humanas e descobre que mesmo aqueles a quem se eleva com valores de notoriedade, sugerem controvérsias quando o assunto é virtude. Machado, com muita sutileza, ao “unir” corpo e alma, derruba valores sociais para exaltar o pensamento humano: a hipocrisia, a mentira, a injúria, a falsidade e a traição.
U – Tong, também personagem do conto denuncia a todos como pulhas do reino (mentirosos), ele também o é, pois está tão inserido no contexto social quanto os outros. O texto mostra como entender das transformações que ocorrem no coração daqueles que, quando têm a oportunidade de exercerem o poder, se tornam mandatários.
Machado de Assis mistura ficção e realidade num jogo sedutor de idéias ao trazer as figuras do rei e da rainha nessa legitima história de contradições humanas.
A Senhora do Galvão
Por: Luana
No conto machadiano A Senhora do Galvão conheceremos Maria Olímpia, uma mulher casada que tinha “vocação da vida exterior” começa a receber cartas anônimas insinuando amores de seu marido com a jovem viúva de um brigadeiro. Percebe-se muito presente a descrição dos personagens tanto física quanto psicologicamente.
O marido sempre demorava a chegar à casa do trabalho e, Maria Olímpia ficava imaginando muitas coisas, sobretudo no suposto caso de seu marido. Galvão chega após algumas horas e a esposa fingindo pouco caso senta-se a mesa e serve o jantar, onde, conversam pouco e quando o jantar terminou contou o motivo de seu atraso: foi ao teatro comprar um camarote para um show musical e foi a pé. Quando chegaram ao show, nem imaginavam a surpresa, quem estava no camarote ao lado? Justamente a viúva e a mãe.
Maria Olímpia suspeitou que pudesse ser algo combinado, mas não se importou com isso, e aproveitou a noite de glamour e as duas saíram do teatro naquela noite juntas.
Uma semana depois recebeu Maria Olímpia outra carta anônima com mais detalhes e era mais explícita. Vieram outras, uma por semana, durante três meses. E quanto mais ela lia, mais calejava sua sensibilidade, mas o marido sempre contava todo seu trajeto, exatamente como o fazia do momento em que saia do trabalho até chegar a sua casa, e Maria Olímpia por sua vez estava cada vez mais descrente das cartas.
Com o crescimento do escritório de Galvão, a ida social do casal tornou-se ainda melhor, iam a bailes, jantares e corridas de cavalos e Maria Olímpia tornou-se uma personagem importante naquele local.
Eis que um dia o marido soube que a mulher recebia cartas pelo correio e essa noticia foi como uma bomba para Galvão e o deixou muito preocupado, pensativo, portanto passou a espiar a mulher.
Durante sete dias passou uma vida inquieta e aborrecida, espiando a mulher. No oitavo dia veio uma carta, e o marido pediu-lhe para ler. A esposa um pouco hesitou, mas cedeu. Quando a viúva soube das cartas passou a tratar “a amiga” de maneira mais afetuosa.
Em agosto Galvão fez-se sócio do Cassino Fluminense, e veio a noite do baile e Maria Olímpia lá estava sendo admirada por todos. Um pouco mais tarde a viúva ali apareceu e, com muita classe Maria Olímpia perguntou-a se lá estava para seduzir outro marido. A viúva, pálida, nada respondeu e três dias depois romperam de vez.
Acredito que, apesar da denúncia, a instituição do casamento permanece intocável. O “curto-circuito emocional” provocado pela presença de um amante na relação de propriedade que se firma com o casamento, não ocasiona na versão feminina de descoberta de uma amante, reações radicais de rompimento.
No conto machadiano A Senhora do Galvão conheceremos Maria Olímpia, uma mulher casada que tinha “vocação da vida exterior” começa a receber cartas anônimas insinuando amores de seu marido com a jovem viúva de um brigadeiro. Percebe-se muito presente a descrição dos personagens tanto física quanto psicologicamente.
O marido sempre demorava a chegar à casa do trabalho e, Maria Olímpia ficava imaginando muitas coisas, sobretudo no suposto caso de seu marido. Galvão chega após algumas horas e a esposa fingindo pouco caso senta-se a mesa e serve o jantar, onde, conversam pouco e quando o jantar terminou contou o motivo de seu atraso: foi ao teatro comprar um camarote para um show musical e foi a pé. Quando chegaram ao show, nem imaginavam a surpresa, quem estava no camarote ao lado? Justamente a viúva e a mãe.
Maria Olímpia suspeitou que pudesse ser algo combinado, mas não se importou com isso, e aproveitou a noite de glamour e as duas saíram do teatro naquela noite juntas.
Uma semana depois recebeu Maria Olímpia outra carta anônima com mais detalhes e era mais explícita. Vieram outras, uma por semana, durante três meses. E quanto mais ela lia, mais calejava sua sensibilidade, mas o marido sempre contava todo seu trajeto, exatamente como o fazia do momento em que saia do trabalho até chegar a sua casa, e Maria Olímpia por sua vez estava cada vez mais descrente das cartas.
Com o crescimento do escritório de Galvão, a ida social do casal tornou-se ainda melhor, iam a bailes, jantares e corridas de cavalos e Maria Olímpia tornou-se uma personagem importante naquele local.
Eis que um dia o marido soube que a mulher recebia cartas pelo correio e essa noticia foi como uma bomba para Galvão e o deixou muito preocupado, pensativo, portanto passou a espiar a mulher.
Durante sete dias passou uma vida inquieta e aborrecida, espiando a mulher. No oitavo dia veio uma carta, e o marido pediu-lhe para ler. A esposa um pouco hesitou, mas cedeu. Quando a viúva soube das cartas passou a tratar “a amiga” de maneira mais afetuosa.
Em agosto Galvão fez-se sócio do Cassino Fluminense, e veio a noite do baile e Maria Olímpia lá estava sendo admirada por todos. Um pouco mais tarde a viúva ali apareceu e, com muita classe Maria Olímpia perguntou-a se lá estava para seduzir outro marido. A viúva, pálida, nada respondeu e três dias depois romperam de vez.
Acredito que, apesar da denúncia, a instituição do casamento permanece intocável. O “curto-circuito emocional” provocado pela presença de um amante na relação de propriedade que se firma com o casamento, não ocasiona na versão feminina de descoberta de uma amante, reações radicais de rompimento.
Marcha Fúnebre - Resumo
Por: Dalva Rosa Teixeira de Souza
RA: 153694
Marcha fúnebre é um dos contos de Machado de Assis, publicado em Relíquias da Casa Velha, em 1905. A história mostra os pensamentos do deputado Cordovil, o qual desejava a morte súbita; porém, ele ficou longe desta por muito tempo.
Cordovil gostava de frequentar cassinos. Certo dia, na volta pra casa, ele recebe a notícia da morte de um inimigo seu que estava doente. Logo em seguida, se depara com um acidente, cuja vítima falece.
O deputado se coloca nos lugares tanto da vítima do acidente, quanto da morte do seu adversário político. Em toda a trajetória do cassino para casa, seu pensamento era somente em sua morte.
Ao chegar em casa, seu escravo lhe entrega um bilhete avisando sobre a morte ocorrida.
Cordovil passa toda a noite sonhando em morrer de repente. Imagina até as pessoas recolhendo seu corpo, chamando a assistência médica... Mas a morte vem depois de muitos anos e lentamente.
Em Marcha fúnebre, Machado de Assis com sua ironia e pessimismo, consegue segurar o leitor até o fim da história.
RA: 153694
Marcha fúnebre é um dos contos de Machado de Assis, publicado em Relíquias da Casa Velha, em 1905. A história mostra os pensamentos do deputado Cordovil, o qual desejava a morte súbita; porém, ele ficou longe desta por muito tempo.
Cordovil gostava de frequentar cassinos. Certo dia, na volta pra casa, ele recebe a notícia da morte de um inimigo seu que estava doente. Logo em seguida, se depara com um acidente, cuja vítima falece.
O deputado se coloca nos lugares tanto da vítima do acidente, quanto da morte do seu adversário político. Em toda a trajetória do cassino para casa, seu pensamento era somente em sua morte.
Ao chegar em casa, seu escravo lhe entrega um bilhete avisando sobre a morte ocorrida.
Cordovil passa toda a noite sonhando em morrer de repente. Imagina até as pessoas recolhendo seu corpo, chamando a assistência médica... Mas a morte vem depois de muitos anos e lentamente.
Em Marcha fúnebre, Machado de Assis com sua ironia e pessimismo, consegue segurar o leitor até o fim da história.
Um Capitão de voluntários - Resumo
Por: Dalva Rosa Teixeira de Souza.
RA: 153694
Machado de Assis, grande poeta, autor de vários romances e contos mostra a amizade entre dois rapazes em Um capitão de voluntários, conto publicado em Relíquias da Casa Velha, em 1905. Simão de Castro, um dos amigos, tem 24 e é o narrador da história; Emílio com 40 anos, mora com Maria de 27. Os dois são grandes amigos, apesar da diferença de idade entre eles.
No começo do conto, Simão ocultava o nome do amigo, mas no fim da história acaba revelando. Simão sempre freqüentando a casa de Emílio e Maria para almoçar, jantar ou jogar barulho.
Os três conhecem Barreto, que incentiva Simão a ficar com a mulher do amigo. Ele acaba se apaixonado por ela, mas consegue apenas um beijo; os dois saem umas duas vezes, mas fica por isso mesmo.
Emílio volta a trabalhar nas forças armadas e acaba morrendo em combate. Maria vai embora; depois de algum tempo morre também.
Simão fica só com a saudade e remorso, por não ter lutado por seu amor.
Embora estivesse apaixonado pela esposa do amigo ele não o traiu. A conseqüência do beijo foi por iniciativa dela, apesar de que ele nunca tenha insinuado que gostava dela.
RA: 153694
Machado de Assis, grande poeta, autor de vários romances e contos mostra a amizade entre dois rapazes em Um capitão de voluntários, conto publicado em Relíquias da Casa Velha, em 1905. Simão de Castro, um dos amigos, tem 24 e é o narrador da história; Emílio com 40 anos, mora com Maria de 27. Os dois são grandes amigos, apesar da diferença de idade entre eles.
No começo do conto, Simão ocultava o nome do amigo, mas no fim da história acaba revelando. Simão sempre freqüentando a casa de Emílio e Maria para almoçar, jantar ou jogar barulho.
Os três conhecem Barreto, que incentiva Simão a ficar com a mulher do amigo. Ele acaba se apaixonado por ela, mas consegue apenas um beijo; os dois saem umas duas vezes, mas fica por isso mesmo.
Emílio volta a trabalhar nas forças armadas e acaba morrendo em combate. Maria vai embora; depois de algum tempo morre também.
Simão fica só com a saudade e remorso, por não ter lutado por seu amor.
Embora estivesse apaixonado pela esposa do amigo ele não o traiu. A conseqüência do beijo foi por iniciativa dela, apesar de que ele nunca tenha insinuado que gostava dela.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Uma Senhora
Por: Anderson R. A. 150505
Dona Camila, era uma senhora que amava tanto sua beleza que conseguiu atrasar sua velhice.
Quando a vi pela primeira vez ela tinha trinta e dois anos, mas a beleza de sua juventude a fazia aparentar menos, não passasse da casa dos vinte e nove, quando Dona camila ia embora pediam que ficasse e ela ficava, prolongando a festa.
Sua filha sabia que não podiam ficar para sempre, e pedia para irem embora, mas Dona Camila ficava e a mandava brincar com as outras crianças. Ernestina já tinha 14 anos, e mesmo sem diversão,brincava com as crianças de oito ou nove anos para tranquilizar a mãe.
Dona Camila resolveu, por fim, ir embora apesar da insistência dos anfitriões para ficar pelo menos cinco ou seis meses, mas indo embora alojou- se na casa dos trinta.
Dona Camila sabia que era bonita e queria retardar os anos, e com quarenta anos trazia um ar de trinta e poucos. Procurava sem sucesso o primeiro fio de cabelo branco, mas apesar de não encontrá- lo, ele estava lá, era Ernestina, que entrava nos dezenove anos.
Dona Camila não se conformava em ver a filha crescendo, fez de tudo para evitar, mas logo veio o primeiro namorado.
Seu marido não entendia o que Dona Camila via de mal no namorado da filha, já que o pai o aceitava e achava que seria um bom marido para filha.
Dona Camila ficou furiosa ao saber que Ribeiro, o namorado de sua filha iria embora para o estrangeiro e se veria longe da filha, mas a menina preferiu sua familia ao amado.
Meses depois, um segundo namorado, desse Dona Camila não tinha o que reclamar, mas buscou algum defeito que separasse o casal.
Dona Camila passou a apontar coisa pequenas do namorado da filha e este quando percebeu que a filha lhe dava ouvidos desistiu, para alegria de Dona Camila.
Um dia ao espelho, Dona Camila viu seu primeiro fio de cabelo branco.Nesse momento, Ernestina entrou na saleta, e a mãe envergonhada, escondeu o fio branco, fitou a filha com saudade e inveja de sua juventude.
Depois vieram outros fios brancos e no terceiro, coincidiu com o terceiro namorado da filha, Dona Camila não viu outro jeito senão aceitar o namorado da filha.
Logo o Senhor abençoou a união do casal e Dona Camila apesar do amor com que aguardava o neto sentia repugnânia, para ela era uma tortura aceitar a velhice.
Enfim seu neto chegou,e vi o cuidado com que Dona Camila tratava o neto que muitos pensavam que era mãe ao invés de avó e realmente parecia, Dona Camila se decicava ao neto como se fosse seu filho.
Dona Camila, era uma senhora que amava tanto sua beleza que conseguiu atrasar sua velhice.
Quando a vi pela primeira vez ela tinha trinta e dois anos, mas a beleza de sua juventude a fazia aparentar menos, não passasse da casa dos vinte e nove, quando Dona camila ia embora pediam que ficasse e ela ficava, prolongando a festa.
Sua filha sabia que não podiam ficar para sempre, e pedia para irem embora, mas Dona Camila ficava e a mandava brincar com as outras crianças. Ernestina já tinha 14 anos, e mesmo sem diversão,brincava com as crianças de oito ou nove anos para tranquilizar a mãe.
Dona Camila resolveu, por fim, ir embora apesar da insistência dos anfitriões para ficar pelo menos cinco ou seis meses, mas indo embora alojou- se na casa dos trinta.
Dona Camila sabia que era bonita e queria retardar os anos, e com quarenta anos trazia um ar de trinta e poucos. Procurava sem sucesso o primeiro fio de cabelo branco, mas apesar de não encontrá- lo, ele estava lá, era Ernestina, que entrava nos dezenove anos.
Dona Camila não se conformava em ver a filha crescendo, fez de tudo para evitar, mas logo veio o primeiro namorado.
Seu marido não entendia o que Dona Camila via de mal no namorado da filha, já que o pai o aceitava e achava que seria um bom marido para filha.
Dona Camila ficou furiosa ao saber que Ribeiro, o namorado de sua filha iria embora para o estrangeiro e se veria longe da filha, mas a menina preferiu sua familia ao amado.
Meses depois, um segundo namorado, desse Dona Camila não tinha o que reclamar, mas buscou algum defeito que separasse o casal.
Dona Camila passou a apontar coisa pequenas do namorado da filha e este quando percebeu que a filha lhe dava ouvidos desistiu, para alegria de Dona Camila.
Um dia ao espelho, Dona Camila viu seu primeiro fio de cabelo branco.Nesse momento, Ernestina entrou na saleta, e a mãe envergonhada, escondeu o fio branco, fitou a filha com saudade e inveja de sua juventude.
Depois vieram outros fios brancos e no terceiro, coincidiu com o terceiro namorado da filha, Dona Camila não viu outro jeito senão aceitar o namorado da filha.
Logo o Senhor abençoou a união do casal e Dona Camila apesar do amor com que aguardava o neto sentia repugnânia, para ela era uma tortura aceitar a velhice.
Enfim seu neto chegou,e vi o cuidado com que Dona Camila tratava o neto que muitos pensavam que era mãe ao invés de avó e realmente parecia, Dona Camila se decicava ao neto como se fosse seu filho.
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